sábado, 29 de maio de 2010

Sem destaque nem pavor,esse pensamento ja não me assusta mais. Esse frio do adeus que sinto as vezes,o tchau sociedade e o decreto do fracasso. Um doce sem açúcar,uma boca sem sorriso,um abraço sem carinho,um amor sem amor,bem longe disso. Uma vida sobrevivida.
Drogando-me para não ver,sorrindo para não chorar.Morrendo aos poucos,mas com esperança de ter algum motivo para viver,nem que seja só para disfarçar essa angustia e o medo de algo inexistente.Um disfarce igual os que eu uso para disfarçar o coração embrigado por sofrimento e o rosto que demonstra tudo oque há de ruim em mim,com muito pó.
Queria sorrir com a frequencia da vontade que tenho de matar ou morrer,que me da de vez enquando.

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